Lecture: The Freehand Renaissance

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By James Richards (Fort Worth, USA)

It's the ultimate irony: As design offices rush to become "paperless," six-figure business executives are taking hand drawing lessons to enhance their creative thinking. Fresh new ad campaigns feature lively hand sketches and animation. The over-digitalization of commerce and communications has produced a yearning for the authentic and the handmade, as the culture seeks to reconnect to some essential aspects of human endeavor. Consequently the world has rediscovered the magic and power of the hand drawn line, both as a uniquely human form of expression and as a catalyst for creative thinking. This session shares observations on hand drawing from the worlds of film production, architecture, industrial design and related fields, and speculates on the future of drawing, both as a creative tool and as a way tosee and value culture.

É a derradeira ironia: ao mesmo tempo que o design de escritório se torna rapidamente menos dependente do papel, executivos de seis dígitos estão frequentando lições de desenho à mão livre de modo a desenvolverem o seu pensamento criativo. As campanhas publicitárias apresentam desenhos e animações feitas à mão como um novo recurso. A excessiva digitalização do comércio e das comunicações conduziu a uma procura do autêntico e do feito à mão, ao mesmo tempo que o contexto cultural procura restabelecer-se a alguns aspectos essenciais da actividade humana. Consequentemente o mundo redescobriu a magia e o poder da linha desenhada à mão livre, quer como uma forma de expressão pessoal e única quer como meio catalisador do pensamento criativo. Esta sessão partilha observações sobre desenho à mão livre vindo dos mundos da produção de filmes, arquitectura, desenho industrial e áreas afins, e especula sobre o futuro do desenho, quer como uma ferramenta criativa quer como uma maneira de ver e valorizar a cultura.